segunda-feira, 8 de julho de 2013

BENEFÍCIOS DA RÚCULA

É minha gente, nem só de cosméticos e tratamentos vive a “Estética”. Podemos ter todo o dinheiro do mundo pra gastar no corpo, mas sem uma alimentação saudável e balanceada o resultado não fica bom. Experiência própria. E pra defender essa tese, venho falar de um verdinho que até bem pouco tempo atrás eu não suportava sentir o cheiro, A RÚCULA.

Ela é cultivada há séculos pelos povos do mediterrâneo por seus poderes digestivos e até afrodisíacos. Cientistas da Universidade King Saud, na Arábia Saudita, testaram o extrato do vegetal em ratos e notaram que a rúcula tem um potente efeito contra gastrites e úlceras e inflamações no intestino. Segundo os árabes, a folha trabalha modulando a inflamação no estômago. Além dessa propriedade incrível, ela é rica em vitamina A, C, ômega 3, propriedades anti inflamatórias, fibras, proteínas e minerais, é antianêmica, antiasmática, antiescorbútica (o escorbuto é uma doença que tem como sintomas hemorragias nas gengivas, inchaço com pus, dores nas articulações, feridas que não cicatrizam, além de desestabilização dos dentes. É provocada pela carência grave de vitamina C), depurativa (agente de limpeza), diurética e aperiente (aquilo que abre o apetite). Por conter pouquíssimas calorias (uma xícara contém cerca de 10 kcal), a rúcula esta presente em dietas. 

Não é bonito de ver?

Depois de tudo isso, não vale a pena incluir a rúcula na nossa alimentação?? Tudo bem, não é um gosto muito agradável, mas eu criei uma técnica pra me acostumar ao consumo, fora que tem gente que ama. Não vou dizer que troco qualquer coisa por um prato de rúcula, mas acho importante de verdade ter ela no meu pratinho. Mas vamos à técnica. Comecei comendo duas ou três folhas pequenas e bem picadinhas, misturadas junto à salada que eu já estava habituada (normalmente alface ou agrião). Nutricionistas dizem que não é bom picar a folha, pra não perder os nutrientes, mas foi o único jeito que achei de consumir a danada, pois colocar de molho em água não é sempre viável porque eu almoço muito fora de casa. Então eu quase não sentia o gosto dela, era bem pouquinho mesmo, depois fui aumentando a quantidade até chegar a uma xícara mais ou menos (o que é aconselhável por nutricionistas). Hoje, já me acostumei tanto ao gosto que nem uso mais o artifício de picar. Como normalmente.


Mas como tudo em excesso é problemático, as folhas da rúcula não devem ser consumidas em grande quantidade, pois neste caso as folhas causam enjôos e vômitos.

Normalmente eu consumo a rúcula em saladas mesmo, mas já provei com arroz (ficou maravilhoso) e em farofa. Isso mesmo!! Farofa. Claro que da minha mãe neh!!! Sem falar na famosa pizza de rúcula com tomate seco. HUMMMMM.


Bom, gente é isso. "Bora" melhorar nossa alimentação.  



Um grande beijo e até o próximo post.





Referências:
Revista Saúde – Janeiro 2012 – Reportagem de Caroline Randmer e Thaís Manarini.

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